20 dicas de Como Vender Mais e Melhor

20 dicas de Como Vender Mais e Melhor

O esforço diário para realizar novas vendas e captar novos clientes, não é pouco. Por isso receber algumas dicas de como vender mais e melhor, pode ajudar você a refletir e entender se está nos passos certos. As vendas dependem de muitos fatores, além de uma concorrência cada vez mais acirrada.

Hoje o cliente não exige mais apenas um produto de ótima qualidade, mas sim um serviço completo e de qualidade. Veja que o vendedor preciso oferecer um serviço pré venda e ter uma equipe alinhada para o pós venda. Tão importante como vender é o serviço prestado após o cliente estar com sua empresa, será o diferencial importante para as próximas vendas.

Separamos aqui 20 dicas que diversos escritores colocam como importantes para um vendedor de sucesso.

 

1- Sorria

Sorria de forma que transmita ao cliente o prazer que sente em sua companhia. Isso vende e faz amigos.

 

2 – Saiba o nome do seu cliente

Identifique-se ao primeiro contato. Todos Gostam de saber o nome da pessoa com quem estão falando.

 

3 – Atenda como gostaria de ser atendido

Atenda as pessoas da forma como você gostaria de ser atendido. Sua venda começa antes do diálogo com o cliente. O primeiro contato, o olhar e postura de “boas vindas” são decisivos para cativar o cliente.

 

4 – Planejar a venda é fundamental

Planejar a forma como irá atender o cliente, como irá apresentar seus produtos, conduzir a negociação e partir para o fechamento, é uma forma de ganhar confiança transmite mais credibilidade!

 

5 – Nunca diga “é só isso?”

Jamais diga para o cliente “é só isso?”. Você pode estar acabando com sua chance de vender mais.

 

6 – Faça perguntas : Abertas e Fechadas

Faça perguntas ao seu cliente. Ajude-o a dizer o que ele realmente quer. Em apenas 40% dos casos, os consumidores sabem exatamente o que desejam comprar.

Perguntas Abertas

Para que ele exponha de forma mais livre o que ele quer, utilize perguntas abertas. Esse tipo de técnica deixa o cliente falar livremente, pois a resposta não é objetiva. Geralmente são utilizadas logo no início da conversa e, com essas informações, você programa sua apresentação justamente nos pontos destacados por ele.

Perguntas Fechadas

Agora que você já conversou bastante com seu cliente e entendeu o que ele realmente quer comprar, precisamos utilizar as perguntas fechadas, ou seja, perguntas em que as respostas são “sim” ou “não”.

 

7 – Vendedor é aquele que faz o cliente vender

O bom vendedor é aquele que vende. O ótimo vendedor é aquele que faz o cliente vender, trazendo ou indicando amigos para comprarem com ele.

 

8 – Tenha o foco na Solução e não no dinheiro

Tenha como objetivo atender plenamente as NECESSIDADES do seu cliente e deixá-lo o mais satisfeito possível com a compra. Além de ser correto comercialmente, essa postura é extremamente ética e mostra que você é um profissional comprometido com a satisfação do seu cliente.

 

9 – Trabalhe em equipe

Trabalhar em equipe torna o ambiente mais saudável e produtivo.

 

10 – Postura

A postura física do vendedor na loja é muito importante, nunca fique encostado em paredes, prateleiras e balcões. Isso passa uma ideia de que você não está com vontade de trabalhar.

 

11 – Mantenha-se atualizado

Se outro colega está vendendo melhor que você, procure observar detalhadamente com o ele trabalha. Aí está a chance de melhorar seu desempenho de vendas.

Leia muito, tudo! Livros, revistas, blogs e revistas digitais da sua área. Se você estiver bem informado sobre seu segmento vai transmitir segurança e credibilidade ao negociar com o seu cliente.

 

12 – Atendimento de Excelência

Esteja sempre à disposição do cliente, para atendê-lo e acompanhá-lo até o momento de ele sair da loja. Mas cuidado para não exagerar e acabar incomodando o consumidor. Um bom atendimento começa com um bom ambiente de trabalho. Um clima positivo em sua loja envolverá positivamente o seu cliente.

Tenha sempre em mente: “não posso apenas vender. Tenho que conquistar esse cliente para que ele volte e indique-me para seus amigos”. Bom atendimento. Esse é o diferencial que mais cativa os consumidores.

 

13 – Não tenha medo de clientes difíceis

Não tenha medo de clientes difíceis. Com profissionalismo e simpatia, você tem tudo para atendê-lo da melhor maneira.

 

14 – Seja Criativo

Criatividade é um dos grandes predicados que todos nós temos. Porém, só brota quando estamos motivados com o que fazemos.

 

15 – Respeite e gere Confiança

Respeito e confiança. Para seu cliente isto é tão importante quanto preço e qualidade.

 

16 – Crie um ambiente de Geração de Valor

Faça com que seu cliente sinta que está ali para investir no melhor produto e serviço do mercado, o seu, e não apenas gastando dinheiro.

 

17 – Cumpra sempre o que foi acordado

Nunca esqueça de cumprir aquilo que ficou estabelecido junto com o cliente.

 

18 – Ofereça outros benefícios

Boa vontade é essencial. Se não tiver o produto que seu cliente busca, tente localizá-lo em outra loja. Além do preço, venda sempre para o cliente os outros benefícios que seu produto possui.

 

19 – Parta para o Fechamento e Analise

Vendendo ou não, depois do atendimento, analise a sua conversa com o cliente. Examine o que deu certo e o que deu errado. Você estará melhor preparado para sua próxima venda.

Achar que apenas preço baixo é importante só serve para desvalorizar a função de vendedor.

 

20 – Valorize-se, você é importante !

Valorizar sua profissão é ter orgulho de ser vendedor, ter orgulho de atender e servir seus clientes e conduzir a negociação com ética e sabedoria, mantendo seu foco na plena satisfação do cliente.

 

Conclusão

Vender é uma arte, certo? Talvez no início sim, mas você deve se dedicar, estudar, auto conhecer e buscar evoluir. Sim, somente com esforço e paixão você alcançará seus objetivos.

Agora uma dica, se for vender seus produtos e esteja precisando emitir suas notas fiscais, temos um sistema online muito seguro e prático. Conheça o emissor de nota fiscal eletrônica. Acesse www.gosocket.net e otimize suas vendas.

Dicas da Ativasoft para empresas que emitem nf-e

Dicas da Ativasoft para empresas que emitem nf-e

1. Porque armazenar as notas de saída na nuvem se meu sistema já tem as notas que emitiu?

A nota fiscal passou a ser somente eletrônica, ou seja um arquivo de computador. O DANFE é simples representação comercial da nota e quem deve ser guardado realmente é o XML que é gerado antes do DANFE e assinado digitalmente e com protocolo de aceita da SEFAZ.

Só sistema preparados guardam corretamente e disponibilizam para uma busca futura.

2. Porque ter um sistema somente para ver minhas notas ou armazenar se tenho elas todas na minha caixa de e-mail?

Este é um erro grave que cometemos. O e-mail é uma ferramenta de troca de mensagens e não de armazenamento de informações. Para procurar arquivos no e-mail é muito difícil e lento, sendo normalmente uma a uma e sem pesquisa pelos dados da nota e sim pelo texto do cabeçalho do e-mail. Além é claro, da segurança muito baixa por não ter característica de banco de dados e também pela quantidade de acessos que fazemos para consultar muitas outras coisas.

Um sistema de armazenamento organiza suas informações, podendo lhe indicar melhor se todas as suas notas foram recebidas e ficam disponíveis para mais pessoas de sua empresa, além do dono do e-mail.

3. Meu fornecedor já disponibiliza seu portal para que eu consulte as notas emitidas, porque tenho que ter o meu também?

Normalmente sua empresa tem mais de um fornecedor, e neste caso você terá que acessar cada um separado para ver as tuas notas. Com um sistema seu, as notas de todos os fornecedores se concentram em um lugar somente, garantindo para você e para sua contabilidade a totalidade das notas.

 

4. Sou uma empresa do simples. Mesmo assim sou obrigado a guardar as notas fiscais?

Se voce emite notas de produtos você é obrigado a guardar suas notas de saída e de entrada, nao importando que tipo de empresa.

Se você não for emissor de nota fiscal eletrônica, não é obrigado, porém em uma possível investigação fiscal, você teria que comprovar suas compras e então seria bom ter a possibilidade de buscá-las rapidamente e com segurança.

5. Perdi uma numeração de nota e não quero mais usar, como faço?

Como a nota fiscal eletrônica não tem formulário pré-impresso, uma numeração perdida não tem muita importância pra SEFAZ, só precisa ser avisada. E isto é simples, basta usar o teu sistema para INUTILIZAR a nota. Só informar o número e uma descrição de justificativa com no mínimo 15 caracteres, por exemplo: “sistema pulou a numeração”

 6. Minha nota foi rejeitada na SEFAZ, o que eu faço?

Uma nota rejeitada é desconsiderada pela SEFAZ, ou seja ela não existe. Então você tem 2 opções. Ou acerta a nota no teu sistema e reenvia até corrigir a rejeição, ou então exclui ela do teu sistema. E pode utilizar a mesma numeração para fazer outra nota ou inutilizar esta numeracao.

7. Não consigo entender a mensagem de erro que a SEFAZ retorna?

No final do erro, normalmente tem qual o campo do arquivo que está com erro, porem para entende-lo melhor, seria interessante conhecer o manual do contribuinte. Baixe uma cópia para uma pasta de sua máquina, pois facilita muito a interpretação. https://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/listaConteudo.aspx?tipoConteudo=33ol5hhSYZk=

 

8. O que é manifestação e porque tenho que fazer?

A manifestação é a maneira de informar à SEFAZ que voce recebeu uma Nota fiscal eletrônica. Isso garante que somente você pode autorizar a um fornecedor emitir nota contra seu CNPJ. Evitando fraudes.

9. Qual o melhor certificado digital para minha empresa?

A resposta não é exata, depende de como e para que voce quer utilizá-lo.

Para assinar a nota fiscal eletrônica, o certificado modelo A1 é uma opção muito boa, dando mais liberdade e segurança na manipulação.  Sendo mais eficiente que o modelo A3 devido a poder ser instalado em várias máquinas ao mesmo tempo, deixando o faturamento mais garantido caso o de algum problema na habitualmente utilizada.

Mas qual é a real diferença entre eles?

Certificado A1 – é vendido um arquivo para instalação em uma pasta na máquina que sua empresa quiser, pode ser em um servidor ou mesmo em maquinas individuais. O que garante a segurança é a senha que deve ser de domínio somente do administrador da empresa.

Certificado A3 – é fornecido um token (normalmente um Pen-drive) que deve ser conectado à máquina que será aplicada a assinatura digital. Ficando a sua manipulação restrita a um local físico e perda ou dano é mais propicio.

Sefaz Bloqueia a Consulta e a Baixa de XML

Sefaz Bloqueia a Consulta e a Baixa de XML

Sefaz Bloqueia a Consulta e a Baixa de XML.

Por meio do AJUSTE SINIEF 16/18 e AJUSTE SINIEF 17/18, a SEFAZ bloqueou o download dos arquivos XML, tanto da NFe, quanto do CTe.

Com isto todos os sites que buscavam os XMLs na Sefaz sem certificado digital não mais conseguiram buscar.

Esta proibição, vem de encontro com a preservação dos dados fiscais das empresas e dos empresários. Uma vez que sem esta validação, qualquer pessoa, que tivesse a chave de acesso de uma nota, poderia fazer o download da mesma, desta forma, colocando em exposição tais informações.

Profissionais contábeis, indicados pela empresa, conseguirão fazer o processo normalmente (usando o certificado).

Porque consultar um XML?

Muitas vezes, o XML é perdido, por algum motivo, seja ele por infecção de vírus no computador, seja por formatação sem backup, ou algum outro caso, não importa.
Ai a empresa precisa buscar o XML até porque, a recomendação é que este arquivo seja guardado por no mínimo 5(cinco) anos.

E agora, se eu perder um XML?

O portal Gosocket dispõe de uma ferramenta para busca de notas fiscais, através de seu manifestador é possível buscar na Sefaz Nacional, e trazer para dentro do programa todas as notas que os fornecedores forem emitindo. No período legal de 90 dias, por isso mantenha logo toda a sua base de notas atualizada.

Desta forma, não será necessário fazer consultas em sites, para efetuar o download, pois o sistema fará de forma rápida e completa.

Fale com a Ativasoft que daremos todos os detalhes e lhe ajudamos a usar o portal. Envie um e-mail para suporte@ativasoft.com.br.

Em operações interestaduais e de exportação o DANFE deve acompanhar a mercadoria?

Em operações interestaduais e de exportação o DANFE deve acompanhar a mercadoria?

Sim, o DANFE deve acompanhar a mercadoria. A NF-e substitui a Nota Fiscal em papel modelos 1, 1A ou 4 e o DANFE (representação gráfica simplificada da NF-e) é aceito no trânsito interestadual da mercadoria e no trânsito até o embarque da mercadoria nas operações de exportação.

A Receita Federal, os demais Estados da Federação e o Distrito Federal, independentemente de determinada Unidade da Federação, aceitam o modelo como hábil para acompanhar o trânsito e o recebimento de mercadorias em qualquer parte do território nacional.

 

A Cláusula oitava do Ajuste SINIEF 07/05, determina em seu parágrafo primeiro:

“Cláusula oitava Concedida a Autorização de Uso da NF-e, a administração tributária da unidade federada do emitente deverá transmitir a NF-e para a Receita Federal do Brasil.
§ 1º A administração tributária da unidade federada do emitente também deverá transmitir a NF-e para:
I – a unidade federada de destino das mercadorias, no caso de operação interestadual;
II – a unidade federada onde deva se processar o embarque de mercadoria na saída para o exterior;
III – a unidade federada de desembaraço aduaneiro, tratando-se de operação de importação de mercadoria ou bem do exterior;
IV – a Superintendência da Zona Franca de Manaus – SUFRAMA, quando a NF-e tiver como destinatário pessoa localizada nas áreas incentivadas.
(…)”

 

No caso de vendas para pessoa física, qual documento será entregue – o DANFE?

A Nota Fiscal Eletrônica substitui, atualmente, a Nota Fiscal de circulação de mercadorias Modelo 1, 1A ou 4, normalmente emitida em operações entre empresas. É possível que as empresas emitam a Nota Fiscal Modelo 1, 1A ou 4 também a consumidores pessoas físicas em determinadas situações.

Em quaisquer dos casos, a Nota Fiscal modelo 1, 1A ou 4 poderá ser substituída pela Nota Fiscal Eletrônica, sendo que o consumidor final, pessoa física, receberá o DANFE como representação do documento fiscal e poderá consultar a sua existência e validade pela Internet.

 

Como confirmar a entrega da mercadoria com a NF-e?

Não há nenhuma alteração com relação aos procedimentos comerciais existentes com a Nota Fiscal em papel. No Layout do DANFE existe a previsão de um espaço destinado à confirmação da entrega da mercadoria. Este canhoto poderá ser destacado e entregue ao remetente.

Futuramente, as unidades federadas envolvidas na operação ou prestação poderão, mediante protocolo ICMS, exigir informações do destinatário com relação ao Recebimento das mercadorias e serviços constantes da NF-e, a saber:

  • I – confirmação do recebimento da mercadoria documentada por NF-e;
  • II – Confirmação de recebimento da NF-e, nos casos em que não houver mercadoria documentada;
  • III – Declaração do não recebimento da mercadoria documentada por NF-e;
  • IV – Declaração de devolução total ou parcial da mercadoria documentada por NF-e

A operação atual da manifestação do destinatário, detalhado aqui, é a operação online e legal usado para a confirmação.

 


 

Há obrigatoriedade da guarda do DANFE (emitente e destinatário)?

Há obrigatoriedade da guarda do DANFE (emitente e destinatário)?

A guarda do DANFE fica restrita apenas a algumas empresas, detalharemos abaixo essa e outras dúvidas.

A regra geral é que o emitente e o destinatário deverão manter em arquivo digital as NF-e pelo prazo estabelecido na legislação tributária. Os mesmos deverão ser ser apresentados à administração tributária, quando solicitado. Assim, o emitente e o destinatário deverão armazenar apenas o arquivo digital.

 

No caso da empresa destinatária das mercadorias e da NF-e, ela não precisará, portanto, manter a guarda do DANFE. Contudo está obrigada a receber a NF-e, devendo guardar apenas o arquivo digital recebido.

Caso o destinatário não seja contribuinte credenciado para a emissão de NF-e, o destinatário poderá, alternativamente, manter em arquivo o DANFE relativo a NF-e. Da mesma maneira, deverá manter pelo prazo decadencial estabelecido pela legislação em substituição ao arquivo eletrônico da NF-e.

Reforçamos que o destinatário sempre deverá verificar a validade da assinatura digital e a autenticidade do arquivo digital da NF-e.

Importante observar que pelo §6º do artigo 9º da Portaria CAT 104/07, o emitente da NF-e deverá, obrigatoriamente, disponibilizar download ou encaminhar o arquivo eletrônico da NF-e, e seu respectivo protocolo de autorização ao destinatário.

 

Se houver o extravio do DANFE durante o transporte da mercadoria, como proceder?

O emitente deverá realizar a reimpressão do DANFE e encaminhá-lo ao transportador ou ao destinatário, caso a mercadoria já tenha sido entregue. O trânsito da mercadoria documentado por uma NF-e sempre deverá estar acompanhado do DANFE correspondente.

A reimpressão poderá ser dispensada se o destinatário já tiver recebido a mercadoria e não mantiver o DANFE em substituição ao arquivo digital da NF-e.

 

As empresas que ainda não emitem NF-e poderão escriturar o DANFE sem a consulta da NF-e?

O DANFE é mera representação gráfica da NF-e e não se confunde com a NF-e. Aos contribuintes que não estão preparados para recepcionar a NF-e é facultado proceder a escrituração da NF-e com base nas informações contidas no DANFE e manter o DANFE em arquivo em substituição à NF-e.

Contudo, a obrigação de verificar a validade da assinatura digital, a autenticidade da NF-e e a existência de Autorização de uso da NF-e se aplica a todos os destinatários, sejam eles credenciados a emitir a NF-e ou não, tratando-se de uma segurança adicional ao destinatário.

Fonte: https://www.fazenda.sp.gov.br/nfe/perguntas_frequentes/respostas_V.asp

 

Resumo da Guarda da DANFE

Emissor de qualquer Nota Fiscal: Deverá manter o XML da NF-e pelo prazo legal

Receptor de qualquer Nota Fiscal: Deverá manter o XML da NF-e pelo prazo legal

Exceção: empresas que apenas recebem nota fiscal e não emitem NF-e: Podem guardar DANFE impresso pelo prazo legal

6 dicas de como reduzir a inadimplência na sua empresa

6 dicas de como reduzir a inadimplência na sua empresa

Como reduzir a inadimplência na sua empresa em momentos que nem o país vai bem? Isso é um desafio diário mas que aos poucos estamos aprendendo e evoluindo. O país já está tentando se colocar no trilho e com isso nossa economia começa a responder.

Mas afinal onde tudo isso impacta na sua empresa? Sabemos que em tempos de crise é natural que as vendas caiam e os empresários sofram para ir busca de novos negócios. Nessa necessidade de fechar novos contratos, muitas vezes os gestores deixam de lado os protocolos e partem para a venda direta, ignorando eventuais alertas de que o cliente em questão pode apresentar.

Reduzir a inadimplência não é uma ciência exata e mesmo tomando todos os cuidados necessários nada garante que o seu cliente, na data programada para o pagamento, vai conseguir honrar as contas. Contudo, é possível minimizar as “surpresas” e diminuir o impacto que essas contas atrasadas tem no seu caixa.

eu sei que estava aqui meu din din

 

Dica 1 – Prefira receber à vista

Essa dica pode parecer óbvia mas muitas empresas não fazem nenhum esforço para receber à vista dos seus clientes. Isso acontece, essencialmente, por duas razões. A primeira delas é a falta de planejamento adequado, pois muitas vezes a companhia sequer tem a noção exata de quanto vai receber no mês seguinte.

Já a segunda é a seguinte: em meses em que o fluxo de caixa está um pouco mais apertado, pode valer a pena optar pelo recebimento à vista. Contudo, do outro lado, seu cliente vai exigir alguma contrapartida para que ele possa quitar as dívidas antecipadamente. Oferecer melhores condições para quem tem dinheiro à vista para pagar é uma das maneiras de fazer o caixa girar sem comprometê-lo no final do mês.

 

Dica 2 – Seja flexível quanto à data de vencimento

Para quem vende para pessoas físicas, insistir com datas de vencimento anteriores ao quinto dia útil, por exemplo, é praticamente certeza de que em algum momento você ficará na mão com os seus pagamentos. Isso porque imprevistos acontecem e, no momento que o salário do seu cliente atrasar, consequentemente o seu boleto bancário será colocado em segundo plano.

Por isso, não insista em forçar seus clientes a aceitarem pagamentos em datas pouco confortáveis a eles. Se fizer isso, em um primeiro momento você acreditará que saiu como vencedor da negociação, porém na sequência é bem provável que essa venda comprometa o seu fluxo de caixa e vá parar na lista de inadimplência.

 

Dica 3 – Pesquise o perfil dos seus clientes

O perfil dos seus clientes vai lhe ajudar a definir a  melhor forma de negociação. Saber como está o ambiente atual e como seus clientes estão se comportando, poderá identificar se o mercado está em um bom momento ou não.

Você vende para empresas ou para pessoas físicas? Seus clientes foram afetados pela crise?

Se você ficar na dúvida, cheque órgãos de proteção ao crédito ou exija mais garantias antes de fechar negócio. Se por um lado o seu departamento de vendas tem metas a cumprir, por outro de nada adianta fechar muitos negócios se não há perspectiva para receber. Nesse caso, a qualidade é muito melhor e mais importante do que a quantidade.

 

Dica 4 – Esteja aberto a renegociar dívidas

Ainda acreditamos e vemos em clientes que o atraso de pagamentos não é voluntario, na maioria das vezes. O seu cliente não tem a intenção de ficar em atraso com seus pagamentos, mas acontece por alguma desconformidade pontual. Tente entender qual o motivo levou o seu cliente a atrasar, e a partir deste ponto trazer soluções.

Abra novos canais de negociação, trabalhando valores, juros e datas de quitação. No entanto, seja proativo e não espere que o cliente busque a negociação primeiro. Identifique o perfil do seu cliente e vá atrás dele oferecendo melhores condições de pagamento. Desta maneira suas chances de receber o saldo é maior.

 

Dica 5 –  Use sistemas automatizados

Há vários motivos pelos quais você deveria adotar um sistema de gestão e controle de entrada e saída de dinheiro. Além de agilizar muito mais os processos, sistemas como esses permitem que você possa fazer previsões de recebimento mais eficientes e, com isso, possa tomar decisões mais rápido em determinadas circunstâncias.

Ou seja, há certos momentos em que pode não valer a pena conceder um desconto para pagamento à vista, uma vez que o fluxo está positivo ou acima da média. Já em situações em que as rédeas estão curtas, abrir mão de um percentual do lucro em prol da garantia de recebimento pode ajudar você a evitar cair em juros bancários ou em multas por atraso de pagamentos.

 

Dica 6 – Suspenda o serviço

Como uma última dica, mais imponente mas que funciona apenas para empresas prestadoras de serviço. Você pode suspender a prestação do serviço a partir de um determinado momento, desde que isso seja devidamente comunicado para o cliente já na assinatura do contrato, na data seguinte ao vencimento e dias antes da interrupção do serviço.

Em muitos casos, há clientes que usam esse período como uma espécie de margem de segurança, para ganhar mais dias com o pagamento. O uso de softwares permitirá que você encontre quais são esses clientes recorrentes e isole-os em um grupo à parte. Para eles, você poderá, futuramente, oferecer outras condições de pagamento visando minimizar eventuais atrasos.

 


Venda seus produtos emitindo notas online

Deixo aqui uma dica muito importante para você que deseja usar um emissor que não tenha risco de perder informações, que seja mais fácil de usar e ainda tenha tudo onlinesem instalação. O emissor Gosocket permitirá importar os cadastros e informações do sistema do governo, além de muitas outras coisas legais.

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Simples Nacional 2018 –  Nova tabela e limites

Simples Nacional 2018 – Nova tabela e limites

O regime tributário Simples Nacional  2018 vai receber grandes mudanças em 2018, com a entrada de novas atividades, novos limites de faturamento e redutor da receita, além de alterações nas alíquotas. Para enquadrar a sua empresa no Simples Nacional, é preciso ter conhecimento dos novos tetos de faturamento, entender os percentuais de impostos e fazer os cálculos.

Detalhamos neste post os novos limites e algumas alíquotas para que você possa se organizar e ajudar seu Contador.

 

Limites do Simples Nacional 2018

O limite máximo de receita bruta anual para pequenas empresas optantes pelo regime de tributação Simples Nacional vai subir de R$ 3,6 milhões para R$ 4,8 milhões. O valor equivale a uma média mensal de R$ 400 mil de receita. Microempresas poderão faturar até R$ 360 mil ao ano e as Empresas de Pequeno Porte, R$ 4,8 milhões ao ano.

Os Microempreendedores Individuais (MEI) terão também um novo teto que passará de R$ 60 mil para R$ 81 mil ao ano, passando de uma média de R$ 5 mil ao mês para R$ 6,75 mil.

 

Novas Alíquotas

A alíquota simples sobre a receita bruta mensal deixará de existir. Em 2018, a alíquota será maior, porém com um desconto fixo dependendo da faixa de enquadramento da empresa de acordo com seu faturamento.

Portanto, a alíquota dependerá do cálculo que leva em consideração o faturamento bruto acumulado nos últimos doze meses e um desconto fixo. Em outras palavras, redução de carga tributária para algumas empresas e aumento para outras, por isso a importância de estar atento às mudanças.

 

Novas Tabelas

As novas tabelas foram simplificadas e a quantidade de faixas de faturamento caiu de 20 para 6. Isso ajuda a sua empresa identificar em qual tabela está enquadrada. Abaixo deixamos alguns anexos criados pela Lei Complementar n.º 155, que alterou a Lei Complementar n.º 123.

Você poderá verificar a sua alíquota e realizar o cálculo da seguinte forma:  receita anual total durante o ano multiplicado pela alíquota indicada. Depois, é só descontar o valor apontado e dividir o valor final pela receita anual bruta total.

Impostos = (RendaBruta12meses * Alíquota) – DescontoFixoAplicável

Total =  Impostos/RendaBruta12meses

  • RendaBruta12meses : Receita Bruta Total acumulada nos doze meses anteriores
  • Alíquota: alíquota nominal constante (anexos I e V da Lei Complementar)
  • DescontoFixoAplicável: valor a descontar do total recolhido (anexos I e V da Lei Complementar)

 

Anexo I do Simples Nacional 2018

Participantes: empresas de comércio (lojas em geral)

Receita Bruta Total em 12 meses Alíquota Quanto descontar do valor recolhido
Até R$ 180.0000,00 4% 0
De 180.000,01 a 360.000,00 7,3% R$ 5.940,00
De 360.000,01 a 720.000,00 9,5% R$ 13.860,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 10,7% R$ 22.500,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 14,3% R$ 87.300,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 19% R$ 378.000,00

 

Anexo II do Simples Nacional 2018

Participantes: fábricas/indústrias e empresas industriais

Receita Bruta Total em 12 meses Alíquota Quanto descontar do valor recolhido
Até R$ 180.0000,00 4,5% 0
De 180.000,01 a 360.000,00 7,9% R$ 5.940,00
De 360.000,01 a 720.000,00 10% R$ 13.860,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 11,2% R$ 22.500,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 14,7% R$ 85.000,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30% R$ 720.000,00

 

Anexo III do Simples Nacional 2018

Participantes: empresas que oferecem serviços de instalação, de reparos e de manutenção. Consideram-se neste anexo ainda agências de viagens, escritórios de contabilidade, academias, laboratórios, serviços advocatícios, empresas de medicina e odontologia

Receita Bruta Total em 12 meses Alíquota Quanto descontar do valor recolhido
Até R$ 180.0000,00 6% 0
De 180.000,01 a 360.000,00 11,2% R$ 9.360,00
De 360.000,01 a 720.000,00 13,5% R$ 17.640,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 16% R$ 35.640,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21% R$ 125.640,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33% R$ 648.000,00

 

 

Anexo IV do Simples Nacional 2018

Participantes: empresas que fornecem serviço de limpeza, vigilância, obras, construção de imóveis

Receita Bruta Total em 12 meses Alíquota Quanto descontar do valor recolhido
Até R$ 180.0000,00 4,5% 0
De 180.000,01 a 360.000,00 9% R$ 8.100,00
De 360.000,01 a 720.000,00 10,2% R$ 12.420,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 14% R$ 39.780,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 22% R$ 183.780,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33% R$ 828.000,00

Anexo V do Simples Nacional 2018

Participantes: empresas que fornecem serviço de auditoria, jornalismo, tecnologia, publicidade, engenharia, entre outros

Receita Bruta Total em 12 meses Alíquota Quanto descontar do valor recolhido
Até R$ 180.0000,00 15,5% 0
De 180.000,01 a 360.000,00 18% R$ 4.500,00
De 360.000,01 a 720.000,00 19,5% R$ 9.900,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 20,5% R$ 17.100,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 23% R$ 62.100,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,50% R$ 540.000,00

 

Recomendamos que peça ajuda a seu contador para conferir a tabela e alíquota correta.

 

Prepare-se para economizar

Prepare-se para o ano de 2018 desde já. Pesquisa, pergunte e teste. A utilização das alíquotas corretas poderão lhe economizar muito dinheiro.

Caso queira começar agora mesmo, você poderá se cadastrar para utilizar um emissor de nota fiscal online e armazenamento de notas fiscais com menor custo no Brasil.

 

Certificado Digital: Tipos e Modelos

Certificado Digital: Tipos e Modelos

Os tipos e modelos de certificado digital no Brasil variam bastante e podem confundir sua cabeça. Queremos ajudar a resumir de uma forma simples o que é o certificado e quais são os seus tipos.

O enfoque desta matéria será em certificados digitais para empresas com necessidade de emissão de nota fiscal, no entanto vamos citar o certificado para pessoa física a fim de conhecimento.

Não fique perdido como nosso amigo Homer, vamos lhe ajudar a entender tudo !!

 

O que é o Certificado Digital

O certificado digital é a assinatura da sua empresa. É como a assinatura da sua identidade, porém de forma digital e que validará suas transações online.

Toda emissão de nota fiscal será assinada com o certificado digital da sua empresa, confirmando assim que é realmente o seu CNPJ que está autorizando aquela nota. Este processo é obrigatório para trazer seguranças as operações na internet com a Receita Estadual.

O certificado para sua empresa terá o nome de e-CNPJ.

Veja abaixo os principais usos e obrigações fiscais que podem ser realizadas com o e-CNPJ

  • Emitir Nota Fiscal Eletrônica
  • Emitir CT-e
  • SPED
  • Acessar o e-CAC
  • Cadastrar, cancelar e consultar procuração no e-CAC
  • Acessar ao Receitanet
  • Acessar o Conectividade Social ICP
  • Emitir e parcelar a DAS
  • Emitir e Retificar o Redarf
  • Realizar transações no Sisprouni
  • Utilizar o GESP
  • Emitir declaração do CAGED
  • Assinar Escrituração Fiscal
  • Declarar o DMED (profissionais da saúde)
  • Cadastrar no INPI
  • Acessar o CNES
  • Solicitar financiamento no Finep
  • CEBAS
  • Assinatura de Contratos de Câmbio
  • Serviços da Receita Federal
  • Enviar a DIPJ

 

 

Quais os tipos e modelos de certificado digital

O certificado digital basicamente tem 2 modelos: e-CNPJ e e-CPF. Estes certificados portanto permitem que empresas e pessoas físicas assinem documentos legais e se comuniquem em segurança com órgãos e sistemas públicos.

O certificado e-CNPJ é utilizado por empresas para realizar os procedimentos citados acima, já o e-CPF é usado por pessoa física para por exemplo liberar o acesso com a Receita Federal, Assistência Social, DETRAN e muitos outros.

Dentro dos tipos de certificados, temos 2 categorias mais conhecidas que são divididas por tempo de validade e formato.

  • A1: O certificado digital é armazenado no seu computador e geralmente tem validade de 1 ano
  • A3: O certificado digital é armazenado em um dispositivo criptográfico (Token USB ou Smart Card) e tem validade de até 3 anos

 

Modelo A1

Geralmente com validade de 1 ano, tem o formato digital, ou seja, um arquivo de computador que pode ser guardado em qualquer ambiente virtual.

Este certificado pode ser utilizado para emissão de notas fiscais, consulta na Receita Estadual, Registro de livros fiscais, consultas no governo via contabilidade, etc.

Existe algumas vantagens no certificado A1 pois como é apenas um arquivo com senha, poderá ser usado simultaneamente sem restrições, como realizar cópias de segurança e velocidade de utilização.

 

Modelo A3

Geralmente com valide de 3 anos, tem o formato físico em do tipo Cartão ou Token.  Este modelo será adquirido e você receberá um dispositivo físico que por sua vez deverá ser conectado ao seu computador toda vez que for emitir uma nota fiscal.

O modelo A3 pode ser usado para as mesmas operações realizadas com o A1.

Uma das vantagens deste certificado é  o prazo de validade maior. O seu custo a longo prazo também será mais vantajoso, tendo em conta você o utilizará por 3 anos ao invés de 1.

Leitora de Cartão

 

Token

 

 

 

 

 

Comparação A1 x A3

O melhor modelo de certificado para a sua empresa dependerá da necessidade e usabilidade desejada. O modelo A1 é mais flexível e de fácil instalação e armazenamento. Já o A3 é mais barato devido a validade, porém tem mais complicações na instalação e segurança.

Escolha o que estará mais confortável e fique tranquilo(a). Deixamos abaixo uma comparação simples, para que tenha um noção de algumas características que entendemos como importantes.

 

Preços

Os preços dos certificados podem variar para cada fornecedor no mercado. Não temos nenhum vínculo com as certificadoras e por isso montamos analisamos rapidamente alguns deles.

Em nossa pesquisa o certificado digital A1 ficou entre R$215,00 à R$255,00. Já o certificado modelo A3 com leitora mais o cartão ficou entre R$330,00 à R$451,00. Veja a tabela completo no ebook grátis.

 


Emissor de Nota Fiscal Fácil e Online

Agora deixo aqui uma dica muito importante para você que deseja usar um emissor que não tenha risco de perder informações, que seja mais fácil de usar e ainda tenha tudo onlinesem instalação.

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O que é o DANFE e para que ele serve

O que é o DANFE e para que ele serve

O Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (DANFE) é extremamente importante para a sua empresa. Saiba o que é o DANFE e pra que ele serve.

 

O que é o DANFE

O DANFE é uma representação simplificada da Nota Fiscal Eletrônica, que detalha de forma visível as informações contidas no XML da NF-e. O mesmo não substituí a nota. Uma das funções é a de facilitar o acesso e a conferência de dados por meio da chave de acesso e do código de barras. Ele é também um documento obrigatório para a circulação de mercadorias e auxilia na escrituração das documentações de NF-e. Caso o destinatário não seja contribuinte credenciado para a emissão de NFe, funcionando como um comprovante da operação.

 

Como é usado

O DANFE é impresso pelo vendedor da mercadoria a ser comercializada antes do início da circulação das mesmas, mas poderá ser reimpresso para atender às obrigações tributárias dos contribuintes envolvidos na operação. A validação pelo destinatário inicia pelo código de barras que permite a leitura por leitor óptico e da chave numérica com 44 posições, que dá acesso à consulta da NF-e no site do governo. Outras informações importante também são impressas, como por exemplo, destinatário, data e horário de saída da mercadoria, informações de transporte, tipo de operação e descrição das mercadorias.

 

Representação Gráfica – Layout

O layout do DANFE deve seguir um padrão determinado pelo Ministério da Fazenda disponível no Manual de Integração dentro da página sobre a Nota Fiscal Eletrônica. Entre as recomendações estão o tipo e o tamanho de papel no qual o documento precisa ser impresso. Se as informações obrigatórias (dados do emissor, número de série da NF-e e destinatário) ultrapassarem uma página, por exemplo, o documento pode ser emitido em folhas numeradas.

É permitida a impressão do DANFE na quantidade necessária para atender à exigência fiscal, sendo que todas elas serão consideradas originais.

Caso precise gerar alguma danfe de nota fiscal, basta acessar aqui no blog um gerador de DANFE online.

 

Mais informações

O emissor da mercadoria também está autorizado a acrescentar no DANFE elementos adicionais que ele considera importantes. A única exigência é que essas informações ocupem até 50% do verso do documento. Também é permitida a inserção de outros elementos gráficos, como a logo do emitente, desde que a do código de barras ou a chave de acesso do documentos não fiquem prejudicados.

 

O uso do formulário de segurança

A emissão em contingência ocorre quando há a ocorrência de problemas técnicos durante a obtenção da prévia autorização da NF-e. Nesses casos, o DANFE deverá ser impresso em um papel que contenha dispositivos de segurança, como gramatura especial e numero sequencial, em duas vias, sendo que uma delas acompanhar a mercadoria, e a outra fica arquivada junto ao emissor para posterior apresentação ao fisco. Assim que o problema técnico for resolvido, o contribuinte emitente deverá transmitir os arquivos digitais da NF-e para a Secretaria da Fazenda.

 

A emissão de Notas Fiscais Eletrônicas e do DANFE

Como não são permitidas divergências de informações entre esses dois documentos, é recomendado que seja utilizado um emissor de nota fiscal que também emita DANFE. Ainda melhor se puder usar um sistema online que não necessita de instalação, facilitando muito sua vida.

Caso tenha dúvidas, converse conosco em nosso chat e descubra se podemos lhe ajudar.

 


 

Como a Fiscalização (Fisco) funciona?

Como a Fiscalização (Fisco) funciona?

O nome Fisco quando menciona já assusta muitos, certo? Isso porque a fiscalização é a função que pode gerar uma série de multas e sanções a sua empresa. Aqui queremos lhe ajudar a entender como isso funciona, ajudando você no planejamento de tributos e também como é a hierarquia de responsáveis pelas cobranças.

Sabemos que a tributação no país é bem complicada e burocrática. Os gestores e responsáveis pelas contas da empresa precisam sempre de atenção para não acabar pagando tributos a mais. Entenderemos abaixo um pouco sobre o Fisco.

 

O que é o Fisco?

Autoridade fazendário do país. Ela tem a função de controlar e fiscalizar o cumprimento da legislação tributária nos mais variados ambientes. Este termo não trata apenas o âmbito federal, mas também os pagamentos de impostos na esfera estadual e municipal.

 

Fisco Federal

Trata-se da autoridade máxima de tributação no país, sendo responsável direto pela cobrança e pela fiscalização dos tributos federais. O principal exemplo é o Imposto de Renda (IR), que fica sob a alçada do Governo Federal.

Fisco Estadual

O Governo do Estado é onde a empresa está registrada e a mesma fica responsável por recolher e fiscalizar os tributos estaduais. Um dos mais comuns é o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias (ICMS). Cabe ao Estado definir alíquotas e se responsabilizar pelo recebimento.

Fisco Municipal

Por fim, temos os impostos que ficam sob a responsabilidade do município em que a empresa em questão está registrada. Às prefeituras, cabe cobrar e fiscalizar os tributos municipais, como é o caso do Imposto Sobre Serviços (ISS).

 

 

Dedicação e ajuda de profissionais

É importante saber as alíquotas corretas de cada imposto ou tributo, onde e quando elas devem ser pagas, e qual a finalidade a que elas se destinam. Como são várias as datas de pagamento, além de os valores serem distintos entre si, variando de empresa para empresa, a recomendação é que você sempre tenha profissionais dedicados a essa tarefa.

Alguns órgãos já permitem o envio online de informações relativas ao faturamento e aos impostos que precisam ser recolhidos. Dessa forma, você ganha agilidade no processo e tem a garantia de que todos os tributos que precisam ser recolhidos estão sendo devidamente pagos nas datas corretas.

 

Problemas acontecem

O descumprimento da legislação é um dos itens mais frequentes. Por conta das confusões na hora de interpretar as regras e as leis relacionadas ao assunto, muitos que tentam fazer as coisas sozinhos acabam deixando algo passar batido, o que acaba resultando em valores extras a serem pagos posteriormente.

Fazer cálculos manuais dessa ordem definitivamente não é uma boa ideia e você deve evitar isso a todo custo.

Por fim, há aqueles que até recolhem os tributos, mas o fazem de maneira incorreta. Aos olhos da lei, não há o que fazer: haverá multas ou será necessário regularizar documentos por conta das falhas administrativas. Mercadorias codificadas de forma incorreta geram tributos incorretos e a resolução desse problema sem dúvida vai trazer alguma dor de cabeça  e custos adicionais.

 

Ficar atento é a melhor solução

A principal dica que você deve levar em consideração nesse caso é a de que o Fisco é uma parte importante no dia a dia de qualquer empresa. Você precisa dedicar um tempo a estudar a legislação ou contar com o auxílio de profissionais capacitados para essa função.

Fique atento às datas de pagamentos de tributos em cada uma dos fiscos e se programe para quitar essas dívidas de forma antecipada, se possível. Além disso, saber de antemão os meses onde haverá recolhimento também faz com que você possa provisionar os valores de forma correta, gerando um menor impacto no seu fluxo de caixa.